Lixo Eletrônico e o seu Inexplorado Potencial Econômico

Vivemos em tempos consumistas, onde o mercado, principalmente de vertente tecnológica, está em constante adaptação e evolução. A população, como é de se esperar, busca estar sempre se atualizando a respeito das novidades, pois sabe que o avanço tecnológico representa melhorias no seu dia-a-dia. Analisando toda essa dinâmica rotacional dos produtos tecnológicos, não é nenhum exagero afirmar que o lixo eletrônico representa parcela considerável do resíduos gerados na sociedade. Mas, você já buscou saber para onde todo esse lixo eletrônico vai? E quais os impactos ambientais proporcionados? Ou talvez o potencial econômico que está sendo descartado?

 

Qual seria o potencial econômico do lixo eletrônico?

 

Qualquer equipamento eletrônico possui em sua constituição dezenas de diferentes materiais, com distintas propriedades e utilidades. Agora imagine as diversas razões que expliquem uma pessoa descartar a sua mercadoria eletrônica. Dificilmente o equipamento danificou-se inteiramente a ponto de tornar inviável a reciclagem e reutilização de algum material. Os motivos do descarte costumam ser por defeito em alguma peça, ou a vontade de atualizar-se em relação as novidades.

Uma matéria publicada pela Revista Isto É, com o título de “O e-lixo vale ouro”, aponta que a receita média anual de uma empresa de médio porte de reciclagem de lixo eletrônico gira em torno de R$500 mil. Isso só mostra todo o potencial desse mercado tão pouco explorado no Brasil e no mundo. Pesquisas indicam que apenas 20% do lixo eletrônico produzido é reciclado, apesar das projeções para o futuro serem bastante otimistas. Logo, pode ser um empreendimento interessante para pequenos empreendedores.

 

E o lixo eletrônico produzido nas empresas, o que fazer com ele?

 

Não é novidade para nenhuma empresa que todo resíduo gerado pelo seu processo deve ser direcionado de forma correta, passível de multa caso contrário, prevenindo maiores impactos ao meio ambiente. Entretando, o lixo eletrônico requer uma maior complexidade em seu tratamento e descarte. Metais como chumbo, mercúrio, cobre, cádmo, platina, entre outros são comumente encontrados em aparelhos eletrônicos. Estes materiais podem facilmente contaminar a atmosfera, o solo e, principalmente, a água presente nos lençois freáticos.

A questão é que reciclar o lixo eletrônico requer um grau de investimento, estudo e planejamento, o que acaba sendo inviável para diversas empresas do ramo tecnológico. A melhor saída para aqueles que não estão interessados em investir em processos internos, é direcionando os resíduos a empresas especializadas. Essas que podem pagar um bom preço pelo seu lixo eletrônico e conseguir aproveitá-lo da melhor forma.

A ConsultEQ possui vasta experiência em serviços de tratamento de resíduos industriais, caso deseje investir em processos internos de reciclagem ou gerenciamentos do lixo eletrônico. Caso esteja interessado em empreender nesse setor, podemos realizar uma análise de mercado e verificar a viabilidade econômica. Entre em contato e agende uma visita gratuitamente. Vamos gerar valor juntos!

 

Escrito por: Rhuan Borges

 

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